Histórico


Em Janeiro do ano 2000, o Professor e Bacharel em Turismo Fábio dos Santos Barbosa, a Arquiteta Adriana Silva Barbosa e a Bacharel e Guia de Turismo Vera Lucia Dias percorreram o trecho entre Mogi e Guararema, para ver se havia possibilidade de realizar estudos para o desenvolvimento turístico no entorno da via férrea, passando por César de Souza, Sabaúna, Luís Carlos e Guararema. Contando com o apoio da Universidade São Marcos e uma equipe de alunos do curso de turismo, começaram a realizar estudos de viabilidade para desenvolver o turismo na região no entorno da linha férrea. Destes estudos destaca-se a pesquisa de opinião pública realizada com os moradores da região onde puderam opinar se seria bom ou ruim trazer o turismo para a região, e chegou-se a conclusão que a maioria das pessoas entrevistadas queriam o turismo, pois seria uma oportunidade de novos negócios, trazendo empregos e desenvolvimento. A partir destes primeiros passos, a Sociedade Amigos de Sabaúna, através de seu Presidente Sr. Claudinei Guimarães Simões, entrou em contato com a Universidade São Marcos e começamos a trabalhar com a comunidade, bem como a Associação de Moradores do Jardim Juliana e Vila Nova Suíssa, através do Sr. Pedro Gabriel da Silva. Com o envolvimento das Associações e Universidade, foi criada no dia 03 de Março de 2001, a Associação Nacional de Preservação Ferroviária - ANPF, uma Entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo Preservar a Memória Ferroviária da Estrada de Ferro Central do Brasil - EFCB. Desde então, representantes das Associações de Sabaúna, César de Souza, Universidade e ANPF, começaram os trabalhos de limpeza da via férrea entre César de Souza e Sabaúna. No segundo semestre de 2001, o projeto foi ampliado, já que em primeiro momento seria somente entre Mogi e Guararema. Sabendo deste trabalho, a Prefeitura de Jacareí entrou em contato com Universidade e interessou-se no projeto pedindo que fosse estendido até esta cidade. O trecho percorrido em Jacareí, foi do km 413 (Campo Grande) até o km 421 (São Silvestre). Dentro deste trecho de oito quilômetros, foi possível observar belíssimas paisagens e um grande potencial para a exploração do Turismo Ferroviário, visto que, neste trecho existiam muitas chácaras, sítios e fazendas, que tinham potencial para fazer parte do desenvolvimento turístico, além do rio Paraíba. Após muitos anos de abandono verificou-se que alguns trechos precisavam de recuperação. Foram encontrados no trecho cinco pontos críticos para circulação de trens. Nestes anos de vida, a Associação empreendeu diversas realizações, como por exemplo, a limpeza de trecho da linha, manutenção da Caixa d'Água de Sabaúna, pintura da Estação de César de Souza, eventos, foi contemplado como Ponto de Cultura com a criação da Estação Cultural Sabaúna, possibilitando o envolvimento comunitário em diversas ações culturais, adquiriu diversos bens ferroviários para o museu estático e dinâmico, algumas parcerias e muito mais. Atualmente, estamos trabalhando com a recuperação do material rodante, conforme listado no menu ACERVO.


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